Setor de Ciências Agrárias

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Palavra da Direção

Nós sabemos que a Universidade Pública é o espaço do cultivo da diversidade, da pluralidade intelectual, quer no exercício cidadã da política, quer no exercício do desenvolvimento livre da ciência e da produção do conhecimento.

O Setor de Ciências Agrárias como Unidade desta Universidade vai, na nossa administração, primar por esta concepção e exercitar, no âmbito de suas áreas de conhecimento, a máxima de representatividade setorial, buscando até a exaustão o consenso de opiniões nas diretrizes de políticas educacionais.

Vamos fortalecer o espaço acadêmico do Setor e isto se fará, com a participação serena, solidária, democrática e transparente de todos. Teremos claro nosso horizonte de atuação, a produção do conhecimento sem perder de vista a inserção social, através da extensão, BUSCANDO sem tréguas, a formação cidadã dos profissionais aqui formados, pois sabemos que é isto que o Brasil necessita.

 Sabemos que o Setor será parceiro da Reitoria (… e da mesma forma a Reitoria o será parceira do Setor …) e contribuirá com formulação de políticas educacionais que possam ampliar os horizontes das Ciência Agrárias com práticas e ações de modernização administrativa, atualização de conhecimentos e, o mais importante, fortalecimento efetivo de uma Universidade Pública. Sabemos que poderemos contar com esta parceria com a Administração da Universidade Federal do Paraná, até porque, nossos sonhos são os sonhos de todos nós da comunidade Universitária. Agora, nós vamos consolidar nossas promessas de campanha, que registramos com o lema “repensar coletivamente” tudo o que nos propusermos fazer.

Por sua importância na produção de conhecimento, o Setor pode sim, ser referencial institucional, sem com isto estar concorrendo ou competindo com outros Setores que pautam suas ações com esta perspectiva. A nossa competição se dará no respeito da importância da produção do conhecimento de todos os Cursos dos Setores da UFPR.

Podem ter certeza, que nossos esforços serão muito grandes, neste período na Administração do Setor de Ciências Agrárias, para dar vazão às aspirações acadêmicas, de ensino, de pesquisa e de atividades de extensão. Estaremos presentes nas unidades acadêmicas/administrativas e saberemos respeitar as propostas institucionais que daí surgirem. Registramos que teremos especial atenção para o Ensino de Graduação, sem lógico, negligenciarmos com outros níveis de ensino e formação profissional, como a Pós-Graduação de Mestrado, Doutorado e Cursos de Especialização.

Sabemos que a integração da graduação/pos-graduação proporciona uma via de “mão dupla” de criação e aplicação do conhecimento e consequente titulação de profissionais das áreas técnicas das Ciências Agrárias. E para vencer o grande desafio de repensar o Setor, vamos incentivar a abordagem teórico/conceitual integrada de ensino, pesquisa e extensão, através do apoio às Coordenações de Cursos de Graduação e Pós-Graduação no aperfeiçoamento de seus modelos didáticos/pedagógicos que ampliem os horizontes para a formação cidadã dos futuros profissionais.

A cultura cidadã, libertária, com inclusão, estará permeando nossas ações. A Administração do Setor vai estar presente no apoio a atividades sócio-culturais e de extensão de iniciativas dos alunos. Teremos sim especial atenção para as manifestações de produção da cultura.

Temos certeza que teremos, nesta empreitada, a participação dos acadêmicos pois sabemos que a vida acadêmica também precisa de música, teatro, pintura, artes ou qualquer manifestação popular de cultura. Nosso sonho é fazer deste espaço Setorial um “espaço de cultura”.

O espaço do Setor de Ciências Agrárias será de integração social, de transferência de conhecimentos MAS também interação com a comunidade. Vamos criar o espaço de Feiras. Feiras técnicas, culturais e de extensão, com o fortalecimento de atividades, tipo Feira de Orgânicos, de Ciências Agrárias, de apoio a ONGs de adoção de animais… etc. São exemplos, tantos que poderíamos elencar aqui, desta amplitude de inserção social que queremos e podemos fazer do Setor.

Estaremos atentos para iniciativas de melhoria da prática administrativa e, nesta questão, o grande desafio é, se possível, repensar a estruturação atual da administração, independentemente de conflitos de ordenamento institucional, mas que, até, sirvam para a modernização da gestão.

Vamos buscar fazer do Setor um Espaço de Diálogo para que toda a comunidade participe na resolução de problemas conjunturais relacionadas ao ensino, pesquisa, extensão e participação cidadã democrática.

Nós temos a certeza que teremos uma comunidade de parceiros de “mãos que nos ajudarão” nos nossos sonhos, nas nossas aspirações porque sabemos que acima de tudo está a dedicação a esta Universidade Pública que é nosso espaço de vida.

A Universidade Federal do Paraná, além de ser o nosso espaço de vida é também o sustento de nossas vidas acadêmicas é aquela coisa que os poetas dizem “de sangue que corre em nossas veias”.

Independentemente de estarmos todo dia dialogando com a comunidade, com nossos Gabinetes da Administração abertos para quem quer que esteja interessado em colaborar ou de fazer a crítica, vamos fazer de nossa administração um constante processo participativo de ensino/pesquisa/extensão, através de Fóruns Permanentes que já adiantamos quais sejam: Fórum de Coordenadores/Professores de Graduação, Fórum de Coordenadores/Professores de Pós-Graduação, Fórum de Centros Acadêmicos com participação de todos os acadêmicos, Fórum de Técnicos do SCA.

Enfim, temos consciência de que, não podemos ser detentores de conhecimento, somos antes de tudo, disseminadores de conhecimentos, na construção de uma sociedade mais justa e solidária. Queremos, como administradores, no mínimo, induzir à esta construção coletiva de políticas universitárias de universalização dos conhecimentos.

Porque, Senhores, o Setor de Ciências Agrárias, como a Universidade Federal do Paraná deve saber do seu papel histórico neste país.

E para dar um sinal poético a esta nossa palavra, encerramos com um verso da poesia “Os Estatutos do Homem” Thiago de Mello que diz, em seu Artigo Final:

Fica proibido o uso da palavra liberdade,
a qual será suprimida dos dicionários
e do pântano enganoso das bocas.
A partir deste instante
a liberdade será algo vivo e transparente
como um fogo ou um rio,
e a sua morada será sempre
o coração do homem.

Prof. Dr. Amadeu Bona Filho

Prof. Dr. Nivaldo Eduardo Rizzi

Gestão 2014/2018

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